terça-feira, 27 de outubro de 2009

MODUS OPERANDI - REFLEXÕES SOBRE NOTICIÁRIOS E COTIDIANO

A hegemonia das organizações, até recentemente, era construída assim: O comitê formulava a tese e os diretores espalhavam as 'verdades'. O que saía nos jornais virava notícia imediatamente no país inteiro (uma onda).

A rede de emissoras de rádio, colunistas e jornais associados tratavam de replicar o conteúdo. A esse 'fenomeno' Franklin Martins deu o nome de 'efeito pedra no lago'. Mas de 2004 em diante alguma coisa começou a dar errado nessa estrutura de 'difusão da verdade'. Conforme a economia era irrigada - agora sem políticas clientelistas - as pessoas passaram a adquirir certa autonomia. Pouca, é verdade, mas alguma.

A informática e a internet contribuiram muito para criar 'os fiscais' dos 'fiscais convencionais', que é como a mídia tradicional se arvora em chamar-se. Em 2006 o plano foi posto à prova. Eles estavam convictos de que conseguiriam impor seu candidato. Para isso, o projeto político começou um ano antes. Os parlamentares da oposição 'faziam o governo sangrar'. Os colunistas foram orientados e encontrar um 'viés' negativo no noticiário. Por exemplo: Se o país estava vendendo muito computador, era um risco, porque o endividamento da população poderia levar a um enorme calote, o que servia, em contrapartida, para justificar o 'spreed' bancário, que aumenta significativamente os ganhos dos bancos que assim, podem patrocinar os eventos televisivos.

Mas o mundo mudou e o plano não deu certo. Para quem sempre teve tudo o quis, perder é difícil. Só que perder faz parte da vida. Simples assim!

Blog DoLaDoDeLá

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Duas Visões Midiáticas - Imprensa estrangeira e brasileira, dois olhares sobre um mesmo país

O jornal espanhol "El País" deu uma série com editorial, artigos e reportagens. Entre os enunciados, "América Latina recobra o alento" com "A pujança do Brasil e a alta das matérias primas"; "Rio 2016, uma oportunidade para as empresas espanholas"; e "Eldorado carioca", sobre a "centena e meia" de empresas que já "falam brasileiro".

No texto de maior repercussão nos sites brasileiros, de Francho Baron, "Premiado com os Jogos Olímpicos e convertido em uma potência econômica, o Brasil assume o desafio de erradicar a pobreza".

Jornais espanhóis, do país basco à Catalunha, foram na mesma linha do madrilenho "El País" e publicaram longos textos com enunciados como "O poderio do Sul" e "Lula, el conseguidor", de louvor ao presidente brasileiro.

E ontem foi o argentino "La Nación" que fez editorial, sob o título "Brasil nas grandes ligas", afirmou que o presidente Lula projeta o país a "líder regional e ator global de primeira ordem".

O "New York Times" de domingo publicou em longa reportagem que os "Emergentes realizam retorno", com destaque para a recuperação no preço das commodities e a reação do Brasil. Com imagem de colheita de soja, sublinhou aposta na Petrobras

Vamos ver agora, as manchetes dos jornais brasileiros?

Folha:Governo [Lula] patrocina uniforme em ano eleitoral

O Globo: Em um ano, governo [Lula] cria 26 mil cargos

Imprensa estrangeira e brasileira, dois olhares sobre um mesmo país

Um artigo que eu recebi por email.ilustra as notícias de hoje. O artigo, fala que, desde a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, a imprensa brasileira, em geral, tem procurado esconder os avanços sociais e econômicos do Brasil. Em contrapartida, nos Estados Unidos e na Europa, não se cansa de assinalar os êxitos do governo do PT e aliados.

No exterior, dá-se ênfase ao novo papel do País no mundo, à redução da pobreza e a outras conquistas. Lula foi chamado pela revista americana Newsweek de "o político mais popular do mundo", mas o tratamento que recebe no Brasil é o oposto.

"Enquanto Lula e seu governo são celebrados em todo o mundo, quem lê a imprensa brasileira vai achar que existem dois ‘brasis' diferentes". Até o ex-presidente de Portugal, Mário Soares, percebeu a existência de duas "realidades" bem distintas, a do Brasil real e a mostrada pelos grupos de comunicação. Dois "países" que não se comunicam e se estranham.

O fenômeno da partidarização da mídia ocorre há décadas e coincide com mandatos de governos de caráter popular como Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, João Goulart e, agora, Lula. "Hoje não se observam mais os manuais de redação que preconizam ouvir todas as partes envolvidas numa mesma matéria", sublinha Emiliano, que é jornalista e professor universitário aposentado de Comunicação Social.

Não falta má vontade. Na Suíça, em evento na Organização Internacional do Trabalho, Lula foi aplaudido de pé, numa consagração reservada a poucos na história da entidade. No Brasil, porém, os jornais e emissoras de TV ignoraram o fato. "O Brasil e seu presidente estão ‘bombando', mas quem quiser se informar tem que procurar fontes externas de informação, com raras exceções", disse o parlamentar.

Outro caso é a superação, pelo Brasil, da turbulência econômica iniciada há um ano. O fato foi noticiado e comemorado por órgãos estrangeiros como o Le Monde, BBC, El País, Financial Times e The Economist, mas a mídia nacional relatou o fato tardiamente. "Sob o comando de Lula, ficamos praticamente blindados à crise, mas nossa imprensa tentou aterrorizar a população de que estaríamos no pior dos mundos".

Procura-se, sempre, criar notícias que levem ao pânico ou à distorção da imagem de um governo ligado aos interesses do povo"A imprensa brasileira é conservadora e, com sua abordagem distorcida, torna-se uma verdadeira ameaça à democracia. As oligarquias que detêm o controle dos meios de comunicação não toleram um governo popular", comenta.

O mau jornalismo brasileiro a cobertura sobre o abrigo dado pelo Itamaraty, na embaixada em Honduras, ao presidente deposto daquele país, Manuel Zelaya. "Enquanto o Brasil tinha a solidariedade da comunidade internacional, de instituições como a ONU e OEA e até do presidente dos EUA, Barack Obama, a mídia brasileira tratou a diplomacia do governo Lula como adepta de uma suposta atitude ilegal."

Para os deputados do PT, as distorções atuais devem ser um dos eixos centrais da 1ª Conferência Nacional de Comunicação, em dezembro. "A democratização do Brasil supõe a democratização da comunicação, com informações confiáveis e a superação da concentração da propriedade no setor"

Por: Helena™

sábado, 3 de outubro de 2009

Noblat, o pinóquio preferido de Ali “Gepeto” Kamel

Era uma vez um jornalista com alguma credibilidade…ele fazia oposição ao ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz com desenvoltura, parecia um jornalista independente no correio brasiliense. Com o passar do tempo, noblat foi para o IG, montou um dos primeiros blogs sobre política e começou a fazer oposição ao governo lula, até aí nada demais, jornalistas tem que fazer oposição a governos mesmo, a todos, sem aliviar ninguém. Daí, Ali Kamel, Editor-chefe do Jornalismo da Vênus platinada, o viu como uma opção de ganhar terreno na internet, que despontava na época como veículo promissor.

Pois bem, Noblat se rendeu ao padrão Kamel de jornalismo distorcivo e manipulador e o outrora jornalista combativo deu lugar a alguém que parece despreocupado com a sua própria biografia, agindo com a desfaçatez comum a quem foi cooptado pela banda podre do jornalismo.

No seu blog, com o passar dos tempos foi se transformando, e a cada dia expõe a sua nova disposição de servir de propagador a tudo que tem de mais de racionário em matéria de jornalismo. O blog se transformou em um cllipping de notícias filtrado ao extremo de forma a atacar os opositores e proteger aliados, ignorando de forma escancarada todo e qualquer fato que possa causar algum desgaste político aos blindados pelo jornalismo da empresa. Se transformou em cabo eleitoral de Serra, insisitindo em afirmar que mantém a sua isenção, em uma atitude que só pode ser considerada um insulto à inteligência de quem lê o seu blog, pois qualquer pessoa pode reconhecer um panfleto partidário quando o lê. Os comentários do jornalista são 0 “crème de la crème” da indignação seletivaz, escolhendo alvos para blindar seus aliados.

Afora essa destruição gradual da reputação conseguida em anos de jornalismo, recentemente foi noticiado pelo que Noblat se beneficiou pessoalmente de um contrato (sic) com o senado para a produção (sic) de um programa musical (Jazz e Cia) na rádio senado, que o jornalista apenas intermedia, terceirizando para um produtora. Mais grave ainda é o fato do contrato do mensalinho do noblat ter sido publicado com o nome do jornalista omitindo o sobrenome famoso, de forma a enganar o incauto sobre essa mamata e conseguir passar despercebido. cabe ainda informar que quem assinou o ato do mensalinho do Noblat foi o senador Efraim Morais do DEM, um dos protegidos do jornalista. Nojento não?

Blog do Len

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Um Exército Virtual - País conta com 29 milhões de internautas residenciais

A presença da Internet na vida dos brasileiros amplia-se mês a mês, como mostra a última pesquisa do IBOPE sobre o setor. A partir da análise de um público alvo de maiores de 16 anos e portadores de telefone, a pesquisa comprova que os brasileiros estão acessando muito mais a rede em suas residências.

Entre os internautas residenciais, ou seja, aqueles que tem computador em casa e utilizam a rede pelo menos uma vez por mês, o aumento foi de 5,4% no período de julho a agosto. Se considerarmos os números de 2008, veremos que houve uma ampliação em 19% deste grupo entre agosto de 2008 e agosto deste ano. Assim, 29 milhões de pessoas tem internet na residência e a utiliza frequentemente no país.

A pesquisa também aponta dados de outros grupos. Por exemplo: os que tem internet em casa e não necessariamente a utilizam com frequência, somam hoje 42,4 milhões de brasileiros; os que tem acesso em casa ou no trabalho atingiram em agosto de 2009, a marca de 36,5 milhões, uma ampliação de 2,3% em relação a julho; e considerados todos os ambientes (casa, trabalho, escola, Lan houses, bibliotecas ou telecentros) essa cifra atinge hoje 64,8 milhões de brasileiros com acesso à internet.

Como todos podem notar, esses números apontam para uma nova realidade no país e uma mudança de comportamento no dia a dia dos brasileiros. Não é à toa que nossas oligarquias políticas e midiáticas tem tanto receio da Internet. E a julgar por esses índices, essas infovias da democracia vão se expandir, cada vez mais.

Por ZD

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

A ARTE DOENTIA DE NEGATIVIZAR A REALIDADE

A Grande Aliança Conservadora tem como base a defesa MÚTUA de quem é super milionário por quem é super milionário.

O que atinge o interesse de algum deles deve ser imediatamente negativizado, criminalizado, destruído.

Um exemplo claro da ação desta aliança foi dado pela Folha de SP.

A manchete é a seguinte: "banco público compensa juro baixo com tarifa alta".

Quem lê a manchete pensa: que sacanagem!

Este é o pensamento que eles querem INDUZIR EM VOCÊ.

Eles NÃO querem que você pense ou reflita.

Eles querem te dominar pela emoção: que sacanagem!

Observe a realidade:

a) as tarifas dos bancos federais NÃO SUBIRAM.

b) algumas tarifas ABAIXARAM.

Então o que aconteceu:

Ganho de escala.

Os bancos fizeram mais negócios, com isto cobraram mais tarifas.

Vou dar um exemplo: a Caixa cobra X reais por um contrato de financiamento habitacional. Se ela fazia 10 contratos e passou a fazer 30 contratos, o total de X que ela possaou a receber foi 30X (ao invés dos 10X anteriores).

Isto não é sacanagem. É a própria alma da política de redução de juros.

Fazer mais negócios e conquistar os melhores clientes com juros MAIS BAIXOS.

Estas pessoas abrem conta no banco, investem no banco e com isto o banco ganha mais com as tarifas.

É tão simples.

É tão bom para o povo brasileiro.

Só NÃO é bom para os bilionários donos dos bancos privados.

Se não é bom para os bilionários donos dos bancos, os jornais conservadores tratam de NEGATIVIZAR.

É assim que funciona.

O que está em jogo é onde o dinheiro que sai do seu bolso vai parar.

Os donos dos bancos privados querem te sugar ao máximo. E o governo do PT está atrapalhando-os.

Para combater este problema dos juros básicos e da boa imagem dos bancos públicos nada como DOMINAR A MENTE DAS PESSOAS COM NEGATIVISMO.

por Chicão Dois Passos

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Ajude a democracia brasileira: Não compre, não assista, não escute o PIG.

A cada dia, o PIG (Partido da Imprensa Golpista), através do PUM (Pensamento Único da Mídia) vem procurando derrubar do poder as forças progressistas brasileiras.

Utilizam de mentiras , difamações e agressões contra os dirigentes e militantes, bem como atacam todas as politicas sociais que beneficiam os trabalhadores brasileiros.

Esta não é uma pratica nova, ela vem desde o passado mais remoto.

Agora a onda é dizer que o PT acabou.

Mas quem são els para dizerem isto? Por acaso, não foi esta imprensa que apoiou o golpe militar de 1964? E a ditadura militar?

As pessoas que querem um Brasil mais justo, solidário, socialista, devem ter a compreensão do papel desempenhado pelos meios de comunicações.

Eles são contra tudo que desejamos para melhorar a vida do povo brasileiro.

Então faça algo de útil: não compre, não leia, não assista, não escute esta imprensa canalha.

Agindo desta maneira, você estara ajudando a democracia brasileira.

Por Alex Proenca

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Colonianismo Midiático - A mídia e as bases dos EUA na Colômbia

El País é o principal jornal da Espanha. Algo assim como o Estadão ou a Folha de S. Paulo. É o jornal da elite dominante espanhola. Para variar, conservador e de direita também. No seu número de 03/08/2009 traz duas matérias sobre a segunda fase do Plano Colômbia e as bases militares que os EUA vão instalar no país.

Até aí, ‘tudo bem’. O impressionante é que um jornal do peso do El País analisa o problema única e exclusivamente pela ótica do governo colombiano e do Departamento de Estado americano. Ou seja, é parcial e, portanto, não informa de fato. O jornal, pura e simplesmente, não expressa o ponto de vista da oposição ao presidente narcoterrorista Álvaro Uribe.

El País, por exemplo, não comenta o posicionamento da coligação de centro-esquerda liderada pelo senador Gustavo Petro, orador de peso que não tem medo de, em seus discursos, chamar Uribe de “terrorista de paletó e gravata”. El País não diz nada também sobre outro político colombiano de destaque – Rafael Pardo – que, ao criticar seu presidente no jornal El Espectador, se expressou assim sobre o problema: “As bases americanas podem ser interpretadas como ato hostil a países vizinhos”; e faz silêncio absoluto sobre as posições da senadora Piedad Córdoba que denuncia organizações paramilitares que, sob a proteção de Uribe, já assassinaram e desapareceram com centenas de dirigentes sindicais e militantes de esquerda na Colômbia.

El País supervalorizou a (des)informação de Uribe sobre as armas suecas ‘ultramodernas’ que o presidente Chávez teria repassado aos guerrilheiros das Farc. Tão ‘modernas’ que, há quase vinte anos atrás, quando elas foram vendidas ao então presidente venezuelano, já eram consideradas obsoletas na Suécia. El País não se deu sequer ao trabalho de publicar a versão de Chávez sobre a questão. Por outro lado, modernas mesmo são as armas que os EUA colocam à disposição de Uribe: são mais de US$ 5 bilhões, nessa segunda fase do Plano, grande parte para o maior exército da América latina – o colombiano.

Mas, não é só o jornalão espanhol que analisa o problema de forma tão parcial. Miriam Leitão, por exemplo, ao comentar a última reunião da Unasul – que Uribe boicotou – tentou justificar a atitude pusilânime do presidente colombiano. Começou por desvalorizar ao máximo o evento dizendo claramente que ele não serviu para nada e que os mandatários maiores da Região perderam seu tempo discutindo problemas ‘sem importância’, como o da instalação das bases. Pode?

A repórter da Globo ‘esquece’ de que a IV Frota norte-americana, cujo alcance chega ao Pré-Sal, foi reativada; que a Venezuela é um dos maiores produtores de petróleo do mundo e que os EUA assassinaram, direta ou indiretamente, dois milhões de iraquianos em duas invasões para roubar o petróleo do Iraque. Portanto, é imperioso que a Venezuela – que tem um exército inferior ao da Colômbia – se arme para evitar massacres semelhantes. Da mesma forma o Brasil, pois o Pré-Sal já está provocando a cobiça do Tio Sam.

Uribe tenta, agora, jogar na ofensiva. Diz que vai participar da próxima reunião da Unasul na Argentina em 28/08/2009 e que não admite ser questionado sobre as bases. Se o for – diz –, exigirá que se coloque na pauta da reunião três itens: “tráfico ilegal de armas; corrida armamentista na Região e terrorismo”. Tudo de acordo com a cartilha do Departamento de Estado dos EUA.

El País não disse nada também sobre a seguinte questão: o objetivo do Plano Colômbia seria combater as Farc e o tráfico de drogas. O levantamento feito por uma entidade européia independente contraria totalmente as informações de que, em sua primeira fase, o Plano teria sido “um êxito” na questão do tráfico – como afirmam Uribe e o Departamento de Estado norte-americano. Tudo mentira!

Os objetivos, como sempre, são geopolíticos. E Uribe, de ‘poodle’ de Bush que era, continua sendo um eficiente ‘poodle’ do Império Americano.

Por EMERSON LEAL

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Porque a mídia apoia Uribe e ataca Chávez

Chama a atenção, e muito, a forma como a mídia noticia nos últimos dias a tentativa do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, de obter uma segunda reeleição para um terceiro mandato. Melhor seria dizer, não noticia, tem escondido o máximo que pode.

E, estejam certos, não age assim porque Uribe tem metade dos integrantes de seu governo processados, parte condenada e até presa por envolvimento com o narcotráfico e com os paramilitares que financiaram e financiam campanhas eleitorais e políticas no país.

Hoje, com a discrição com que age quando lhe interessa escamotear suas posições, registra que Uribe conseguiu aprovar no Senado a realização de referendo para tentar esse terceiro mandato e que agora a proposta vai a exame da Câmara e da Corte Constitucional da Colômbia.

Desde o início desse processo de tentativa de Uribe de estender seu tempo no poder, nossa imprensa adota um silêncio envergonhado. Aprova-o discretamente, mas quando registra sua movimentação nesse sentido age de forma oposta a que faz em relação ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez.

Campanha contra Chávez

Este fazendo ou não fazendo, sendo ou não noticia, leva pau diariamente da mídia que o apresenta como caricato, antidemocrático, e projeto de ditador.

Por que esses dois pesos e duas medidas se Chávez em suas iniciativas fez exatamente o que faz Uribe, obtém aprovação do Congresso, realiza plebiscitos e referendos, e só se mantém no poder mediante consultas e eleições em que se submete ao veredicto do eleitor venezuelano?

Porque Chávez tem posições de esquerda, e lidera a revolução boliviariana, da qual a imprensa conservadora tem medo, abomina e faz de tudo para liquidar. Já Uribe, de direita, estabeleceu uma parceria incondicional com os EUA pela qual os norte-americanos utilizarão sete bases militares na Colômbia e ampliarão sua presença militar na América do Sul. Por isso, tem todo o beneplácito da nossa mídia.

O problema é que a simples palavra revolução já faz nossa imprensa tremer nas bases. Ela teme ameaças ao status quo, à essa situação em que detém o monopólio da comunicação, manipula as informações como quer e não aceita o mínimo debate.

A prova é que há pouco mais de uma semana seus representantes se retiraram da comissão que discute a pauta da Conferência Nacional de Comunicação (CONACOM) convocada pelo governo e programada para dezembro próximo, em Brasília.

Por ZD

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Rede Globo: Ao primeiro sinal de derrota, toquem as trombetas do inferno!

Descoberta mais uma trama diabólica, orquestrada por José Serra e TV Globo, para derrubar as pretensões de Lula em fazer Dilma Roussef sua sucessora

Há dois dias a TV Globo vem noticiando, em todos os seus telejornais, com o rufar de tambores, toques de clarins e trombetas letéias, uma denuncia que a Justiça de São Paulo acatou contra o bispo Edir Macedo e mais nove pessoas por suposta lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Ué... De novo? E o que isto tem a ver com Lula e a corrida presidencial? [...]

Eles vieram com tanta sede ao pote (aqui dizemos com gosto de gás), que fizeram a maior lambança no JN de ontem, dia 12:

foram lenientes -- e porque não dizer "omissos" -- com a poça de lama em que se encontra o governo da tucana, Yeda Crusius, no Rio Grande do Sul; veicularam uma matéria sobre "mais 468 atos secretos do senado" como sendo a descoberta do século, sendo que, o fato se deu há dez anos, ainda na gestão do ex-colaborador global, o falecido ACM e esqueceram os números de mortes por gripe suína para direcionar toda a munição contra a Rede Record e seus proprietários.

Essas denúncias e o oportunismo pernicioso da Rede Globo, a meu ver, só tem uma explicação: Derrubar a emissora que pode se contrapor à vontade da Globo e fazer a diferença nas eleições que se aproximam. Vamos dar eco: Derrubar a emissora que pode melar os planos mefistófeles da Globo e do PSDB, que é eleger seus tucanos nas próximas eleições e voltar ao poder absoluta!

A Rede Record é a TV que mais cresce no Brasil, e a cada dia ganha novos telespectadores. Seus programas (sinceramente não gosto), mas sobretudo os jornalísticos, são indiscutivelmente melhores que os da TV Globo, um fato que incomoda bastante (tanto a Globo quanto o jornal da “ditabranda” Folha de São Paulo), porque convenhamos, perder audiência significa perder grana e poder, o poder de eleger seus políticos escabrosos.

Creiam, assim como na história do Jequitibá e o Lenhador, eles precisam encontrar uma estratégia de derrubar qualquer coisa que possa dar sustentação ao governo Lula, e a Rede Record é a única emissora que pode dar voz a massa e atrapalhar os planos da TV Globo em golpear a democracia no pleito que se aproxima. Os marinho são mestres na arte de sabotar eleições. Que o digam Leonel Brizola e Lula na campanha contra Collor.

A TV Record, se não apóia o governo Lula, ao menos procura ser imparcial ao veicular notícias sobre política e a atuação do Governo Federal.

A ordem de Kamel é explodir, com toda a munição disponível, a Rede Record, seus propiretários e de quebra os evangélicos.

Olha só: a primeira veiculação foi dia 11, no JN com o casal Willian Bonner e Fátima Bernardes e logo depois repetiu no JG com a dupla Christiane Pelajo e William Waack. No dia seguinte (12), no JH, com Sandra Annemberg e Evaristo Costa e novamente à noite, no JN com Willian Bonner (e seu olhar petrificante), que mostrou "144" jornais de 144 países repercutindo a mesma matéria. Pense!

Desta forma a TV Globo ataca mais uma vez, direta e indiretamente, toda comunidade evangélica do Brasil e do mundo, Lula e o PT, mas tenho certeza que o troco virá. Aguardem!

Do Bodega Cultural

domingo, 2 de agosto de 2009

O Globo Mente - Ministério da Cultura desmente O Globo

Reportagem publicada pelo jornal dos Marinhos, O Globo, sob o título "Cultura aponta fraude em ONG dos Sarney" está sendo veementemente desmentida por nota oficial divulgada pelo Ministério da Cultura (MinC). O Ministério nega ter confirmado a tal fraude.

Vejam vocês a que ponto chegamos! No afã de publicar notícias contra o senador José Sarney (PMDB-AP) e de sustentar a campanha da oposição para que ele renuncie ou seja afastado da presidência do Senado, distorcem até atribuições de ministérios. Ao desinformar dessa forma, o jornal presta um desserviço aos seus leitores.

O MinC esclarece que ainda está analisando a prestação de contas do projeto da Fundação Sarney e que não emitiu qualquer pré-julgamento. Essa é a verdade. Mas, aí, temos uma demonstração do "vale tudo": é a mídia usando seu poder para dar falsas notícias, desinformar e distorcer fatos e dados.

Leia abaixo a íntegra da nota emitida pelo MinC:

"MinC esclarece que matéria publicada pelo jornal O Globo contém informações erradas

A reportagem de hoje do jornal O Globo, "Cultura aponta fraude em ONG dos Sarney", contém informações erradas. O Ministério da Cultura está realizando a análise de prestação de contas do projeto e não emitiu qualquer pré-julgamento sobre o processo. A auditoria, quando necessária, cabe aos órgãos de controle e fiscalização, como a Controladoria Geral da União e Tribunal de Contas da União. Portanto, não existe um auditor designado pelo ministério, nem, no momento, uma auditoria.

Os documentos citados são pedidos de complementação de informação ao proponente sobre a prestação de contas, que ainda está em análise. Seria irresponsável e ilegal o Ministério da Cultura pré-julgar um proponente. Agindo dessa forma, estaria contra os princípios da administração pública, o que seria um erro e um desrespeito com qualquer um dos cerca de 20 mil proponentes que apresentam projetos todos os anos.

Portanto, a conclusão de que há “fraudes” é de inteira responsabilidade da reportagem."

Por ZD

domingo, 26 de julho de 2009

Pesquisas Frias no Forno: O Plano contra Dilma

No sábado, denunciei aqui e via Twitter que fonte que tenho no jornal Folha de S.Paulo revelou-me que um grupo de tucanos e barões da mídia se reuniram, planejaram e decidiram divulgar brevemente pesquisas forjadas sobre as popularidades do presidente Lula e de Dilma Rousseff mostrando que teriam perdido apoio.

O assunto bombou na blogosfera e no Twitter. Ganhou o site de Paulo Henrique Amorim e o blog de Luis Nassif tocou no assunto “próximas pesquisas”, porém sem dar maiores detalhes.

Em toda parte, porém, o que me surpreendeu foi o tom de surpresa das pessoas. Por que alguém se surpreenderia que o próximo passo de uma mídia que promove pânico quanto à febre amarela ou a gripe suína ou que publica com alarde uma ficha policial falsa de uma ministra de Estado fosse fraudar pesquisas eleitorais?

Em 2000, aproximei-me da Folha de S.Paulo por conta de meu então insistente envio de cartas à coluna de leitores daquele jornal. Segundo o ex-ombudsman da Folha Bernardo Ajzemberg, fui o leitor mais publicado naquela coluna por um bom tempo.

Dali em diante, comecei a ser convidado para eventos no jornal, como no evento comemorativo de seus 80 anos em 2000. Participei de umas duas dezenas de seminários, conferências e sabatinas promovidos por aquele jornal tanto em seu auditório em sua sede como no Teatro Folha, num shopping próximo à residência de Fernando Henrique Cardoso — que ironia — em São Paulo.

Só me afastei da Folha em 2005, quando percebi que o jornal pretendia derrubar o governo Lula com o escândalo do mensalão. Até ali, até Clóvis Rossi chegou a me citar em sua coluna na página A2 do jornal como exemplo de isenção política.

Graças a essa aproximação do veículo, fiz contatos por lá que seus tubarões na direção e no generalato mal suspeitam. E foi graças a essa aproximação que conheci jornalistas que labutam naquele aparato político do PSDB que sentem nojo do que presenciam o tempo todo, ou seja, a ligação escancarada do jornal com o partido político e, sobretudo, com FHC e José Serra.

O fato é que fui informado de que o que a mídia está fazendo com Sarney é só aperitivo. Folha, Globo, Estadão, Veja e apêndices, a mando de FHC e de Serra, farão tudo que for humanamente possível para impedir que Lula faça seu sucessor — ou sucessora.

As pesquisas serão usadas para tentar provocar efeito manada entre o eleitorado, ou seja, vendo que a popularidade do presidente e de sua candidata estão caindo, pessoas hesitantes se uniriam ao movimento forjado.

Apesar de ainda haver dúvida sobre a entrada do Ibope e, sobretudo, do instituto Sensus no esquema supostamente encabeçado pelo Datafolha, as conversas estão acontecendo e, em breve, sairiam ao menos pesquisas Ibope e Datafolha mostrando queda da popularidade de Lula e de Dilma. E uma das pesquisas dirá que a causa da perda de popularidade do presidente e da ministra foi o apoio deles ao senador e ex-presidente José Sarney.

Também existiria a hipótese de o encontro em que a fraude foi discutida ter sido fotografado. Desse encontro teriam participado FHC, Serra, Frias, Civita e um emissário da Globo. Está por se confirmar que o local do encontro teria sido na residência de FHC.

Verdade? Mentira? Pois eu acredito que fariam isso e que a informação que obtive deverá se concretizar na próxima pesquisa sobre Lula e Dilma a ser divulgada. Para mim, nem precisava dessa informação em off para prever que chegariam a esse ponto. Se a próxima pesquisa mostrasse o presidente e a ministra inabaláveis ou crescendo, todo esse esforço para derrubar Sarney seria jogado fora.

Urge que o governo Lula providencie pesquisas confiáveis. O instituto Vox Populi seria uma opção.

Por Eduardo Guimarães, no blog Cidadania.com

quinta-feira, 16 de julho de 2009

GILSON CARONI FILHO - O ARMAGEDON DA GRANDE IMPRENSA BRASILIERA

Crise econômica ou Armagedon? Após o IBGE ter divulgado uma queda de 3,6% no crescimento da economia brasileira no último trimestre de 2008, os editores de primeira página de O Globo e da Folha de São Paulo não hesitaram em recorrer, na quarta-feira, 11/3, às habituais formas de terrorismo editorial. A capa do diário carioca ostentava:” Indústria desaba. Consumo cai e já se teme 2009 com recessão”. O jornal paulista não ficou atrás:” Queda do PIB no Brasil é uma das piores do mundo”.

O fato de a desaceleração ter ocorrido no último trimestre pareceu irrelevante para os editores da conhecida publicação da Barão de Limeira. Apoiando-se no que julgava ser potencialmente mais explosivo, omitiu um dado de capital importância para compreensão da realidade econômica do país: o PIB brasileiro, apesar da crise em escala planetária, apresentou o segundo maior crescimento mundial. Ou seja, outras manchetes seriam possíveis. Algo do gênero “Apesar da recessão global, PIB cresce 5,1%” Por que não? Por determinações da pequena política.

Que tipo de jornalismo está sendo feito no Brasil? Para quais interesses é direcionada sua estrutura narrativa? É o caso de reexaminar, como já sugeriu o jornalista Alberto Dines, os procedimentos e padrões para a formulação de títulos? Ou o claro viés ideológico clama por uma inflexão de outra natureza? O que está em xeque é a própria ética do fazer jornalístico.

Como ressalva o editor do Observatório da Imprensa, “de nada adianta registrar todos os dados, reproduzi-los no corpo da matéria se a titulação-espelho fiel da busca da verdade” beneficia apenas um ângulo”. Aquele que melhor atende aos objetivos de uma oposição sem projetos, fingindo fazer interpretação equivocada da Teoria da Catástrofe. Sejamos claros nesse ponto: o problema não é desvio conceitual, mas de caráter mesmo.

Mais uma vez, o que temos aqui são manchetes que, ignorando a apuração para obter impacto, não revelam incompetência, mas disposição de submeter o leitor e/ou telespectador à desinformação, ao fatalismo de profecias que se auto-realizam, à erosão da popularidade de quem governa.

Será que ainda não se deram conta que uma nova opinião pública se consolidou, apesar do conteúdo que produzem? Analisando o processo eleitoral de 2006, a jornalista Ana Rita Marini (*) constatou que “distante da influência das manchetes, o eleitor não se deixou levar pelo canto da sereia nos maiores veículos de comunicação”. Não é o caso de se deter diante das conseqüências deste fenômeno, tão imprevisíveis quanto os da crise do capitalismo, antes de seguir na linha de jornalismo de campanha?

Já não passou da hora de a imprensa brasileira botar sua cultura no divã e ver que, se ela tem mudado os seus absolutos, eles continuam com a mesma face odiosa? Vale a pena manter a linha autoritária, acrescentando nuanças aparentemente democráticas? Ou o dilema dos barões da mídia é o mesmo de lideranças oposicionistas que vêem em 2010 não apenas mais uma eleição presidencial, mas a própria sobrevivência política?

Nesse caso há um subtexto, uma manchete oculta na primeira página de O Globo. “A agenda conservadora desabou, seu candidato começa a cair e há sinais de derrota nas eleições de 2010?” Se for isso, o Armagedon está explicado.

(*) Publicado em MídiaComDemocracia nº 5, janeiro de 2007, revista do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação.

PS: Este artigo estava concluído quando o IBGE anunciou crescimento de vendas no varejo em janeiro. E agora, qual será a manchete? “Governo falha. Demanda cresce e há sinais de aumento do consumo em 2009?” Fica como sugestão.

Por Gilson Caroni Filho, professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior, colaborador da Hora do Povo e do Observatório da Imprensa

sábado, 4 de julho de 2009

MÍDIA POLÍTICA - FOLHA DE SÃO PAULO EVITAR VINCULAR PSDB Á ALSTOM

Parabéns Folha de S.Paulo! Hoje o jornal atingiu a perfeição em matéria de apoio velado aos tucanos, escamotear informação a seus leitores e esconder ao máximo uma notícia que atinge em cheio políticos do PSDB, entre os quais as principais figuras do partido em São Paulo e no país, como os governadores José Serra, Geraldo Alckmin e o fundador e figura máxima da legenda, o falecido Mário Covas.

Em reportagem com o título "Suíça bloqueia outra conta na investigação do caso Alstom", a FSP noticia o bloqueio de conta naquele país atribuída ao banqueiro aposentado francês Jean Marie Lannelongu - morador no Brasil desde 1980 - por suspeita de que ele ajudou a montar um contrato entre a Eletropaulo e a multinacional que lhe teria feito o pagamento de comissões que configuram propina.

Segundo o jornal, como representante do banco Societé Générale no Brasil, Lannelongu ajudou a montar contrato pelo qual a multi franco-suíça pagou a Eletropaulo R$ 110 milhões em 2001 - corrigidos pelo IGPM-FGV, hoje seriam R$ 221 milhões - para a modernização do sistema de energia do Estado e a construção de subestações em dois bairros paulistanos, Aclimação e Cambuci, no Centro. O contrato já foi firmado como um aditivo a outro que vinha de 1990.

Como poupar o tucanato

Palácio dos BandeirantesEm nenhum momento a notícia registra que em 1990 algumas das principais figuras de hoje do tucanato já estavam no governo (então no PMDB), e nem que em 2001 a gestão já era do PSDB, tendo à frente o governador Mário Covas. Tampouco lembra que a multinacional é acusada de pagar milhões em propina a políticos do PSDB e a integrantes do governo de São Paulo, em troca de contratos com estatais, num esquema que viria dos anos 90, passando pelos governos Alckmin e Covas, chegando até ao de José Serra.

O assunto só aparece na notícia uma única vez, em dois parágrafos, quando o jornal lembra que "na semana passada, a Folha revelou que o Ministério Público da Suíça bloqueara uma conta atribuída a Robson Marinho, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo. Marinho é suspeito de ter recebido propina da Alstom para ajudar a empresa a fechar o negócio com a Eletropaulo. Ele ocupou o segundo cargo mais importante no governo de Mário Covas (PSDB): Marinho foi chefe da Casa Civil entre março de 1995 e abril de 1997. O conselheiro do TCE paulista nega ter conta na Suíça ou em outro país."

Nada de PSDB, nem de que o partido governa o Estado há 16 anos no título, nem nos destaques de chamada para a matéria. Já se fosse algo do gênero acontecido em um governo do PT... Veja que na reportagem da Folha de S.Paulo, salvo esse trecho mencionado, não tem o governo, o partido, o nome do governador - nada que os vincule à Alstom. É uma matéria típica de nossa grande imprensa quando se trata de notícia desfavorável à oposição.

Por Zd

quarta-feira, 17 de junho de 2009

É CERTO VEICULAR NOTÍCIA SEM CHECAR SUA VERACIDADE?

Não lembro mais qual o programa de televisão que assisti algo que a primeira vista parece simples mas que enseja preocupação e reflexão.
Foi veiculado por dezenas de jornais impressos e eletrônicos do mundo todo que uma determinada senhora teria escapado do acidente do vôo AF447 da Air France, por ter na última hora trocado a reserva e dias depois teria morrido em um acidente de carro, fato que por si só cria um sensacionalismo que atiça a curiosidade e faz com estes jornais vendam notícias.

A senhora que diziam ter escapado do vôo 447, realmente morreu em um acidente de carro, mas o próprio viúvo disse ser uma grande mentira que eles iriam pegar qualquer avião da Air France, eles compraram e reservaram com bastante antecedência lugar na companhia Ibéria.

Com o advento da internet, muitos meios ditos de comunicação, simplesmente reproduzem o que lêem em outros jornais e ai a mentira se espalha de forma grosseira e desumana.

Imaginem se o fato fosse mais sério, se tratasse da honra, da dignidade, da vida pessoal de alguém? Este já estaria com a vida totalmente prejudicada e sua reputação poderia estar destruída.

Viva a liberdade de imprensa! Mas está liberdade termina quando começa nosso sagrado direito a verdade, a preservação da honra e da dignidade.

Por Jean Pierre Besssa

domingo, 7 de junho de 2009

DENUNCIA - ENTENDA "UM" DOS MOTIVOS DA PARTIDARIZAÇÃO DA IMPRENSA

Quando o governo Lula começou, em janeiro de 2003, a Presidência anunciava em 500 veículos; em 2008, já eram mais de 2.600 veículos, o que representou num aumento de, aproximadamente, 520%. Ou seja, "antes", no governo FHC, o "bolo de dinheiro" da publicidade era destinado apenas aos grandes veículos nos grandes centros brasileiros. Com o novo governo, e a nova forma de governar as verbas também, essa "concentração" da publicidade foi desfeita, o governo fez uma "pulverização" por "todo" o Brasil.

Os jornalões e as TVs acostumados com as grandes e gordas fatias da publicidade se viram sem "renda" publicitária e, então, se partidarizou, em nome dos "bons tempos", passando a mandar contra e criando "crises" e mais crises para atazanar o governo Lula e "forçar" a volta aos "bons tempos" da grande imprensa brasileira.

No dia 1º/06, ouvi uma sabuja dizer que o "motivo" da popularidade do governo e do Lula era porque ele tinha "publicidade" em todo o Brasil. A bruxa esqueceu do ex-presidente dos EUA, o Bush, que também era muito popular por aqui e que eu saiba o governo dos EUA nunca fez publicidade em "todo o Brasil". É isso que a grande imprensa(?) não consegue entender - o Lula tem 80% de "aprovação pessoal" pela "pessoa" que ele é, pelo político que é e pelo governo que faz.

Se fosse por "gastos em propaganda" e pelo "empenho" da imprensa gaúcha, a governadora Yeda teria 100% de aprovação no RS.

Por Renato de la Rocha