11/07/11

Detetives da Mídia Tucana - Imprensa trabalha para tentar desestabilizar Governo Federal



A nossa "querida" imprensa resolveu dar uma
de agente 86, ou seja, viraram detetive particular, porem,  só vale contra o governo federal e os seus aliados. Tucanos? jamais, nem pensar, eles são santos, imaculados, só falta o papa dar a benção.


Todo dia a folha levanta uma suspeita contra
alguém do governo federal, o estadão reproduz,
a globo passa para quem não compra jornal e
assiste o jornal rational, o SBT de madrugada
passa o vídeo tape,  e assim é todo santo dia.


Essa turma não gosta do Brasil, muito menos do povão, e eu pergunto; cadê as investigações contra os governos tucanos, tanto em São paulo, como em Minas ou em outro estado onde essa oposição, que torce contra o Brasil governa, ou melhor, desgoverna.

Meus amigos blogueiros alguma coisa precisa
ser feita, não dá para aceitar dois pesos e duas
medidas, por outro lado, o governo federal precisa
parar de sustentar órgãos da imprensa nacional que
não mostra o que tem sido feito ao longo desses
oito anos do governo Lula e seis meses da Dilma.


O Brasil melhorou e muito, porem, ninguém fica sabendo
pois a nossa imprensa que deveria ter o papel de informar,
está fazendo exatamente o contrário, inventando a noticia
para abastecer a oposição que está a reboque da mesma.


O governo continua criando cobras para ser mordido
a imprensa continua recebendo verbas de publicidade
ganhando dinheiro que deveria ser usado para acabar
de vez com a pobreza, e o que nós estamos vendo é a  
imprensa tentando junto com a oposição, desestabilizar
o governo, destruir tudo que foi construído, causando
embaraço de toda sorte, blindando os tucanos e o que faz 
o partido dos trabalhadores e seus aliados? parece que 
estão tontos, sem ter coragem de enfrentar a mídia, 
assim fica difícil defender quem não quer se defender.


1 Comentários:

Por Gustavo Türck disse...

Temos é que tomar posse da nossa formação de opinião. Não dá mais para ir atrás de quem usa os “ias” da vida. O Futuro do Pretérito é pior do que mentir descaradamente. É simplesmente um tempo verbal que não existe! “Fulano de tal TERIA falado...”; “Beltrano TERIA entregue mala...”. Como assim?! Afinal, falou ou não falou? Entregou ou não entregou? Isso tá pior do que fofoca da novela das oito...

Que se inicie logo a reciclagem das fontes de informação! Pois, cedo ou tarde, quando menos esperamos, caímos nessa rede hipnótica do pensamento monolítico e da opinião enlatada.

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- Dinastias Midiáticas -

Na imprensa brasileira mandam as dinastias estamentais. Os pais proprietários entregam a direção dos jornais, das revistas, das rádios e das televisões – das suas empresas – aos seus filhos, que repassam para os netos, perseverando todos no direito que se auto-atribuíram de decidir quem é e quem não é democrático, quem fala e quem não fala em nome da nação!

Assim tem sido ao longo de toda a história da imprensa no Brasil. No momento mais decisivo da história do século XX, em 1964, essas dinastias pregaram e apoiaram o golpe militar, assim como a instalação de uma longa ditadura, que mudou decisivamente os rumos do nosso país. Enquanto os militares intervinham nos poderes Judiciário e Legislativo, enquanto suspendiam todas as garantias constitucionais, enquanto fechavam todos órgãos de imprensa que discordaram do golpe e da ditadura, enquanto a maior repressão da nossa história recente se abatia sobre milhares de brasileiros presos, torturados, exilados e mortos, enquanto isso, as dinastias da imprensa mercantil se calaram sobre a repressão e apoiaram o regime militar!

Eram estes mesmos Mesquitas, Frias, Marinhos, Civitas, estes mesmos que transmitem por herança – como se fosse um bem privado – seu poder dinástico, transferindo-o para os seus filhos e netos. Os júlios, os otávios, os robertos, os victor, vão se sucedendo uns aos outros, a dinastia vai se perpetuando. Que se danem a democracia e o país, mas que se salvem as dinastias!

Mas, hoje, elas estão vendo seu poder se esvaindo pelos dedos. Conta-se que um desses herdeiros, rodando em torno da mesa da reunião do conselho editorial, herdada do pai, esbravejava irado: “onde foi que nós erramos? onde erramos?”. Estava desesperado porque a operação “mensalão” não conseguiu derrubar Lula elegendo o tucano, da sua preferência.

Se ele tivesse olhado os gráficos escondidos na sua sala, teria visto que, nos últimos dez anos, as tiragens dos jornais despencaram. A Folha de São Paulo, por exemplo, que é um dos de maior tiragem, perdeu em 10 anos, de 1997 a 2007, quase cinqüenta por cento dos seus leitores! Depois de quase ter atingido 600 mil leitores, vai fechar o ano de 2008 com menos de 300 mil! Uma queda ainda mais grave se considerarmos que, nesse período, houve crescimento demográfico, aumento do poder aquisitivo, maior interesse pela informação e elevação do índice de escolaridade dos brasileiros.

Os leitores deste jornal de direita estão entre os mais ricos da população. Noventa por cento dos seus menos de 300 mil exemplares são destinados aos leitores das classes A e B, as mesmas que não atingem dezoito por cento da população brasileira. Em outros termos, nove entre cada dez leitores do jornal pertencem aos setores de maior poder aquisitivo e suas condições de vida estão a léguas de distância das do nosso povo – esse povo que gosta do programa bolsa família, dos territórios de cidadania, da eletrificação rural, dos mini-créditos, do aumento real do salário mínimo, da elevação do emprego formal, etc.

A última e mais recente pesquisa sobre o apoio ao governo Lula, que a imprensa dinástica procurou esconder, realizada pela Sensus, revela que Lula é rejeitado por apenas treze por cento dos brasileiros! É essa ínfima minoria, cinco vezes menor do que aquela dos que apóiam o governo Lula, que povoa os editoriais dessa imprensa, suas colunas, seus painéis de cartas dos leitores! Esse é o índice da influência real que a mídia mercantil – juntando televisão, rádio, jornais, revistas, internets, blogs – tem! Apesar de todos os instrumentos monopólicos de que dispõem, apesar das campanhas diárias para dominar a opinião pública, não conseguem nada além desse pífio resultado dos treze por cento que representam!

As dinastias podem continuar a ter filhos, netos e bisnetos, mas é possível que já não dirijam jornais. Esta pode ser a última geração de jornalistas dinásticos que, talvez exatamente por isso, revelam diariamente o desespero da sua impotência, assumindo o mesmo papel que ocuparam nos anos prévios a 1964. É o mesmo desespero da direita diante da popularidade de um Getúlio e do governo Jango. Nos dois casos, só lhes restou apelar à intervenção das Forças Armadas e dos EUA, estes mesmos EUA que nunca fizeram autocrítica, nem desta nem de qualquer outra das suas intervenções contrárias à democracia da qual pretendem ser os arautos! Depois de terem pedido e apoiado o golpe militar, porque ainda acreditam que podem dizer quem é democrático e quem não é?

Por Emir Sader